O arroz nosso do dia-a-dia…

Uma quantidade de arroz integral catetomacrobiotica1.gif

e três quantidades de água.

Antes dê uma tostada no arroz, na panela sem óleo.

coloque a água, que já pode estar quente, um pouquinho de sal e deixa cozinhar em fogo brando até que fique sequinho.

É só colocar um pouco de gersal e comer com o hashi, que fica mais gostoso ainda…

Pois é… A alimentação macrobiótica foi o grande lance da década de 70. Trazida do Japão por Flávio Zanata e Tomio Kikuchi. Logo foi apelidada de Macrô e virou o grande barato da geração alternativa, que começou a chamar a comida convencional de careta. E muita gente entrou na onda de buscar a iluminação através do arroz integral.

A macrobiótica utiliza os princípios do yin e yang e enfatiza os cereias integrais cultivados naturalmente, assim como os legumes e produtos de soja fermentados (missô/ shoyu…)

além do banchá (chá verde de 03 anos), feijão azuky, frutas (ocasionalmente), ameixa salgada (umebosh), algas,  uma variedade enorme de alimentos saudáveis, fazem parte da alimentação macrobiótica.

Mais que uma alimentação a macrô é uma filosofia de vida, que virou moda nessa época, e os restaurantes tornaram-se pontos de encontros da malucada.

Em Salvador os point’s principais eram “O grão de arroz” , e o “beco do mingau”. E Gilberto Gil foi um dos grandes divulgadores e seguidores da macrobiótica.

Estou aqui, experimentando…

Quero conhecer e experimentar tudo que rolar nesse mundo novo. Timoty Leary já dizia que essa seria a big droga desse século, o novo LSD. Compartilhado…

Por enquanto eu sinto é muita solidão nessa aldeia. Tá tudo aí. Em cima, na hora! Tudo ligeiro e dinâmico, mas tem muita gente falando só, tem muito pouca gente escutando. E outro tanto de gente reunida em guetos. E eu repito, sou apenas uma imigrante…

Mundo novo! Universo 70…

Curiosidade é uma das coisas que me move. Experimentar… Não diria, como Orson Wells, que “experimentar é a única coisa que me entusiasma,” mas que é maravilhoso, ah! Isso é. E por essa razão cá estou, experimentando a wordpress, esse mundo virtual, do qual eu não passo de uma imigrante. E eu bem sei como os imigrantes são recebidos, às vezes…