Gil, Caetano, Betânia e Gal fizeram uma turnê bárbara em 76, compartilhando afetos e sons num lance incrível que emocionou o Brasil.
Com um figurino desbunde, eles interpretaram com primor, músicas que marcaram nossa época.
Numa atitude libertária, misturando psicodelia, fé e muita “viagem”, os doces bárbaros embalaram nossos sonhos e atiçaram nossa imaginação, nosso comportamento… Adoçando e ao mesmo tempo apimentando nossas vidas.
A prisão de Gilberto Gil, que na época mostrou uma lucidez e coerência que sempre foram marcantes e presentes em sua vida, revela o quanto é equivocado essa perseguição ao uso recreativo da maconha. A história mostra a trajetória impecável de Gil. Sua integridade como ministro da cultura, sua competência como músico, e como o grande artista que ele é, e principalmente a pessoa especial que é Gilberto Passos Gil Moreira …
Quem assistir ao documentário saberá do que estou falando. Quem conhece Gil, também!
Viva os doces bárbaros! Por eles terem acrescentado algo de bom em nosssas vidas. E viva Gilberto Gil, pela trajetória, pela coragem, pela liberdade, por ele ser quem é!
Quanto aquele incidente em Floripa… O depoimento daquele delegado é tão ridículo que parece surreal. Vejam esse documentário…
Provavelmente ele ficou conhecido como o delegado que prendeu Gilberto Gil, mas Gil não ficou conhecido como o artista que foi preso em Florianópolis…
A história não falha.
PS: Assistam esse documentário na integra! Aqui só postei o trecho da prisão…
